Valuation · Corporate Finance · M&A

Clareza financeira para decisões que determinam valor.

Valuation, Corporate Finance, Performance, Transações e Estratégia Tributária aplicados às decisões que definem o futuro de uma empresa.

Valor não é um número. É o resultado de um sistema econômico.

Entenda como analisamos esse sistema
02 Shalem Value Architecture

Nenhuma dessas competências existe isolada.

Performance, caixa, retorno, risco, capital, tributação e governança são partes de uma mesma arquitetura. O que a Shalem analisa é o sistema que produz valor — não cada peça separadamente.

  1. 01 Performance Margem, eficiência e retorno da operação.
  2. 02 Cash Flow Quanto do resultado se converte em caixa disponível.
  3. 03 Returns Retorno sobre o capital efetivamente empregado.
  4. 04 Risk Previsibilidade, volatilidade e exposição do fluxo.
  5. 05 Cost of Capital O preço do risco. A taxa que o capital exige.
  6. 06 Value O valor presente do que o negócio ainda vai gerar.
  7. 07 Decision O ponto em que informação se transforma em ação.
  8. 08 Transaction A realização do valor, quando essa é a decisão.

Em torno do sistema

  • Tax
  • Governance
  • Capital
  • Growth
  • Strategy
  • Structure

Cada uma dessas forças altera o sistema inteiro. Uma mudança tributária desloca margem e caixa. Uma decisão de capital desloca risco e custo de capital. Analisá-las em separado produz recomendações que se contradizem.

  1. Dados produzem análise.
  2. Análise produz entendimento.
  3. Entendimento produz decisão.
  4. Decisões determinam valor.
Value
Cash Flow Growth Quality Capital Efficiency
Risk
Framework estratégico para explicar os fatores que influenciam valor econômico. Não é uma fórmula de Valuation: geração de caixa, qualidade do crescimento e eficiência de capital elevam o valor; risco o reduz, porque aumenta a taxa exigida sobre o mesmo fluxo.
03 Your Decision

Qual decisão está diante da sua empresa?

Empresas não contratam disciplinas. Contratam a resolução de uma decisão. Comece pela sua.

VALUE

Preciso entender quanto minha empresa vale.

Modelagem de fluxo de caixa, custo de capital e sensibilidades para estabelecer uma faixa de valor defensável e os fatores que a movimentam.

Capacidade aplicada
Valuation Executivo · Valuation Completo
Ver como tratamos essa decisão
04 Valuation

Valor é consequência de fundamentos.

Combinamos modelagem financeira, análise econômica e compreensão estratégica do negócio para estimar seu valor e identificar os fatores que determinam sua evolução.

Value

Value

Valor é o valor presente do caixa que o negócio ainda vai gerar, ajustado pelo risco de gerá-lo. Toda variável acima chega ao valor por um de dois caminhos: alterando o fluxo, ou alterando a taxa.

Selecione uma variável para ver como ela atua sobre o valor.

Determinam o fluxo

O numerador. Quanto caixa o negócio produz e quando.

  • NOPAT
  • Margens
  • Growth
  • CAPEX
  • Capital de Giro
  • Free Cash Flow
  • Terminal Value

Determinam a taxa

O denominador. Quanto o capital exige para assumir esse risco.

  • Beta
  • Custo de Capital
  • Estrutura de Capital
  • WACC

Testam o resultado

A disciplina que separa um modelo de uma opinião.

  • Scenario Analysis
  • Sensitivity Analysis
  • Market Multiples
  • Transaction Multiples
05 Shalem Value Map

Estruture o problema antes da primeira conversa.

Nove perguntas sobre como a empresa é gerida hoje. O resultado é um mapa indicativo das dimensões que mais pesam sobre valor — e das três que merecem atenção primeiro.

0 de 9 respondidas

06 Shalem Valuation Lab

Estudamos empresas para entender como valor é criado.

Estudos independentes sobre empresas, setores e os fundamentos que determinam criação e destruição de valor.

Estrutura de cada estudo

  1. 01 Context Setor, posição competitiva e recorte do estudo.
  2. 02 Business Economics Receita, margens, EBIT, NOPAT, ROIC, capital empregado, giro, CAPEX, fluxo de caixa livre e reinvestimento.
  3. 03 Historical Performance Série histórica normalizada e leitura de consistência.
  4. 04 Value Drivers Quais variáveis efetivamente movimentam o valor do negócio.
  5. 05 Valuation Fluxo de caixa descontado e múltiplos.
  6. 06 WACC Construção transparente do custo de capital, premissa a premissa.
  7. 07 Scenario Analysis Conservador, base e otimista, quando fizer sentido analítico.
  8. 08 Sensitivity Matrizes sobre as variáveis de maior elasticidade.
  9. 09 Key Risks O que invalida a tese e sob quais condições.
  10. 10 Conclusion Síntese econômica. Nunca recomendação.

Construção do custo de capital

  1. Risk Free Rate
  2. Country Risk
  3. Equity Risk Premium
  4. Beta
  5. Cost of Equity
  6. Cost of Debt
  7. Capital Structure
  8. WACC

Cada premissa é declarada, datada e justificada. Um WACC que não pode ser reconstruído por quem lê não sustenta a conclusão que produziu.

Estado da publicação

Os primeiros estudos estão em preparação. Nenhum material será publicado aqui antes de estar integralmente construído, com fontes declaradas e premissas auditáveis.

Os materiais do Shalem Valuation Lab têm finalidade educacional, analítica e institucional. Não constituem recomendação de investimento, oferta, solicitação de compra ou venda de qualquer valor mobiliário, nem laudo de avaliação para fins societários, fiscais ou judiciais.

07 Selected Work

O trabalho é confidencial. O raciocínio não precisa ser.

Não publicamos nomes de clientes, números de mandatos ou resultados atribuíveis. O que podemos mostrar é como lemos uma empresa — e essa leitura é a parte que importa.

Exemplo ilustrativo Como lemos um value gap
Receita 74 R$ MM
Margem EBITDA 11,8 %
Capital de giro 21,4 % da receita
ROIC 9,7 %
WACC 14,1 %
ROIC 9,7%
WACC 14,1%

O capital empregado rende menos do que custa. Nessa condição, cada real adicional investido para crescer amplia a destruição de valor — a prioridade não é crescer, é corrigir o retorno ou reduzir o capital empregado.

Números ilustrativos, construídos para demonstrar a leitura. Não representam um cliente, um setor específico ou um resultado obtido.

08 Our View

Posições que orientam como analisamos.

Não são slogans. São as conclusões que mudam a recomendação quando são levadas a sério.

01 EBITDA não é geração de caixa.

Entre o EBITDA e o caixa que sobra existem quatro consumos obrigatórios. Ignorá-los é confundir resultado com liquidez.

O EBITDA descreve a operação antes de juros, impostos, depreciação e amortização. É útil exatamente por isso: isola o desempenho operacional de decisões de financiamento e de política contábil. O erro não está na métrica — está em tratá-la como proxy de caixa.

Entre o EBITDA e o fluxo de caixa livre existem consumos que não são opcionais. Impostos sobre o resultado operacional são pagos. Capital de giro cresce quando a empresa cresce: mais receita significa mais estoque e mais prazo concedido, e essa diferença sai do caixa antes de voltar. CAPEX de manutenção repõe a capacidade que a depreciação apenas registrou. Serviço de dívida tem data.

Uma empresa com EBITDA crescente e ciclo financeiro em deterioração pode consumir caixa justamente nos anos em que parece estar melhorando. É por isso que a conversão — quanto do EBITDA chega ao caixa livre — diz mais sobre a qualidade do negócio do que a margem isolada.

02 Crescimento pode destruir valor.

Crescer só cria valor quando o retorno sobre o capital investido supera o custo desse capital. Abaixo disso, escala amplifica o problema.

Crescimento exige reinvestimento. Reinvestimento consome capital. O capital tem custo. A pergunta não é se a empresa cresce, mas qual retorno ela obtém sobre cada real adicional que emprega.

Quando o ROIC excede o WACC, cada unidade de crescimento adiciona valor econômico e o reinvestimento é a melhor decisão disponível. Quando o ROIC é inferior ao WACC, o crescimento acelera a destruição: a empresa fica maior, mais complexa, mais endividada e menos valiosa.

A consequência prática é desconfortável. Para um negócio com spread negativo, as alternativas que criam valor são corrigir o retorno, reduzir o capital empregado ou devolver capital — não crescer. Perseguir receita nessa condição é transformar um problema de rentabilidade em um problema de solvência.

03 Reduzir imposto não significa necessariamente criar valor.

Economia tributária que aumenta risco, rigidez ou custo de conformidade pode reduzir o valor econômico da empresa.

Uma alternativa tributária é uma decisão financeira como qualquer outra: precisa ser avaliada pelo efeito líquido sobre fluxo de caixa, risco e valor — não pela redução nominal da alíquota.

Estruturas que reduzem tributo frequentemente adicionam custo de conformidade, restringem a operação, criam contingência ou dificultam uma transação futura. Um comprador desconta o que não consegue sustentar: estrutura que não resiste a diligência vira ajuste de preço, retenção ou cláusula de indenização.

A leitura correta conecta tributação a margem, caixa, estrutura societária e finalidade. A pergunta útil não é quanto se paga a menos, mas quanto vale a empresa depois da mudança — considerando o risco que ela passou a carregar.

04 Valuation sem análise econômica é apenas modelagem.

Uma planilha sempre produz um número. O que sustenta esse número é o entendimento do negócio que gerou as premissas.

Construir um DCF é uma tarefa mecânica. Projetar receita, aplicar margem, descontar por uma taxa e somar uma perpetuidade produz um resultado em qualquer circunstância — inclusive quando as premissas não descrevem o negócio.

O trabalho analítico está antes do modelo. De onde vem a margem: preço, mix, escala ou custo? O retorno é estrutural ou depende de um ciclo? O capital de giro acompanha a receita ou tem folga? Qual parte do resultado é recorrente depois de normalizar pró-labore, despesas dos sócios e itens não recorrentes?

Sem essas respostas, a sensibilidade também é decorativa: variar o WACC em uma matriz não informa nada se a premissa central não foi compreendida. O número final é consequência da qualidade dessas perguntas.

05 O melhor momento para preparar uma venda é antes de você precisar vender.

Preparação é uma variável de preço. Ela é construída com tempo, e tempo é exatamente o que falta em uma venda por necessidade.

Em uma transação, o comprador precifica o que consegue verificar. Resultado gerencial reconstruído, contratos organizados, informação consistente e premissas sustentáveis reduzem a incerteza — e a incerteza é desconto.

Preparação exige tempo porque parte dela é operacional: normalizar resultado, separar despesas dos sócios, resolver pendências societárias e tributárias, estabelecer histórico gerencial confiável. Nada disso se constrói durante a diligência.

Vender por necessidade inverte a assimetria. O vendedor tem prazo, o comprador tem opção. O preparo antecipado não garante preço melhor, mas remove os motivos previsíveis para um preço pior.

06 ROIC importa mais do que crescimento isolado.

O retorno sobre o capital investido determina se o crescimento é um ativo ou um passivo.

Duas empresas com a mesma taxa de crescimento podem ter valores muito diferentes. A variável que separa as duas é o retorno sobre o capital empregado para sustentar esse crescimento.

ROIC define quanto capital é necessário para produzir cada unidade de resultado. Um negócio com alto ROIC financia a própria expansão e devolve caixa; um negócio com baixo ROIC precisa de capital externo permanente para crescer, e transfere ao financiador a maior parte do retorno gerado.

Por isso a sequência analítica correta começa pelo retorno. Estabelecido o ROIC e o custo de capital, o crescimento deixa de ser uma ambição e passa a ser uma decisão de alocação com sinal conhecido.

09 Expertise

Quatro territórios, uma arquitetura.

As competências se organizam em torno dos quatro eixos que sustentam valor. Todas convergem para o mesmo ponto: a decisão.

VALUE 01

Valor & Decisão

Quanto vale minha empresa e quais decisões aumentam esse valor?

  • Valuation
  • Modelagem Financeira
  • Custo de Capital
  • Análise de Cenários
  • Planejamento Financeiro Estratégico
  • Avaliação de Investimentos

Inteligência financeira aplicada à mensuração de valor econômico e às decisões que determinam sua evolução.

PERFORMANCE 02

Performance & Governança

Onde minha empresa está perdendo dinheiro, caixa ou eficiência?

  • Assessoria Financeira
  • FP&A
  • Orçamento
  • Forecast
  • Fluxo de Caixa
  • Capital de Giro
  • Margens
  • Indicadores Financeiros
  • Governança Financeira

Estrutura financeira para transformar números em controle, previsibilidade, eficiência e performance.

CAPITAL 03

Transações & Capital

Como preparar uma empresa para uma transação e maximizar seu valor?

  • M&A
  • Sell Side Advisory
  • Buy Side Advisory
  • Valuation para Transações
  • Preparação para Venda
  • Análise de Aquisições
  • Modelagem de Transações
  • Data Room
  • Análise de Propostas
  • Captação de Capital

Assessoria financeira aplicada às decisões de compra, venda, investimento, captação e reorganização.

STRUCTURE 04

Estrutura & Eficiência Tributária

Minha estrutura tributária está preservando ou destruindo valor?

  • Diagnóstico Tributário
  • Planejamento Tributário
  • Simulação de Regimes
  • Reforma Tributária
  • Impacto Tributário sobre Margens
  • Modelagem Tributária
  • Estrutura Operacional

Análise tributária integrada à rentabilidade, geração de caixa, estrutura empresarial e estratégia financeira.

10 Shalem Advisory

Independência intelectual aplicada às finanças.

Uma boutique que escolheu ser especializada: análise econômica, valuation e decisões de capital para empresas que precisam decidir com precisão.

A Shalem Advisory foi constituída para ocupar um espaço específico: o da análise financeira independente, feita com profundidade técnica e sem conflito de interesse. Não distribuímos produtos financeiros e não recebemos comissão de terceiros — a recomendação responde apenas ao cliente.

Trabalhamos com empresas que chegaram a um ponto em que a intuição deixou de ser suficiente: uma decisão societária, uma transação, uma mudança de estrutura, uma dúvida legítima sobre quanto o negócio realmente vale. Nesses momentos, a qualidade da análise é a diferença entre uma decisão informada e uma aposta bem-intencionada.

O trabalho é conduzido diretamente pelos sócios. Cada premissa é declarada, cada número é rastreável e cada conclusão pode ser reconstruída por quem a recebe.

Princípios

Integridade
A análise precede a conveniência. Um número só é apresentado quando pode ser sustentado.
Independência
Não vendemos produtos financeiros e não recebemos comissão de terceiros. A recomendação responde ao cliente.
Rigor analítico
Premissas explícitas, metodologia declarada e sensibilidade testada. Toda conclusão é rastreável.
Confidencialidade
Informação de cliente não circula, não é usada como material comercial e não é publicada.
Orientação a valor
O critério de decisão é o efeito econômico, não o efeito contábil imediato.
Visão de longo prazo
Avaliamos decisões pelo que produzem ao longo do ciclo de capital, não pelo trimestre.

Sócios

  • Gabriel Guerra Nunes Sócio
  • Rafael Henrique Pinto Oliveira Sócio

A Shalem Advisory atua em análise econômica, financeira e de valor. Atividades que exijam habilitação profissional específica são executadas ou validadas com participação de profissionais devidamente habilitados, conforme a legislação aplicável.

11 Contato

Qual decisão financeira está diante da sua empresa?

Descreva o contexto. Respondemos indicando quais análises fazem sentido — e quais não fazem.

  1. Leitura do contexto apresentado.
  2. Indicação das análises pertinentes — e das dispensáveis.
  3. Proposta com escopo, prazo, entregável e premissas.

Retornamos apenas para tratar do contexto apresentado. Nenhuma informação enviada é compartilhada com terceiros.