Transações & Capital

O preço reflete o que o comprador consegue verificar.

Assessoria financeira aplicada às decisões de compra, venda, investimento, captação e reorganização — com o rigor analítico que sustenta uma negociação.

Princípio

Incerteza é desconto. Cada premissa que não resiste à diligência volta como ajuste de preço, retenção ou cláusula de indenização.

01 Como enxergamos uma transação

Dois sistemas econômicos convergindo.

Uma transação não é um encontro de intenções: é o ponto em que duas leituras econômicas distintas precisam chegar a um mesmo número.

Buyer Tese de aquisição, capacidade de pagamento, custo de capital e o que consegue verificar.
Transaction
Target Resultado normalizado, qualidade do caixa, riscos transferíveis e o que consegue sustentar.
Value creation

Uma transação cria valor quando o preço reflete o que cada lado efetivamente verifica. O trabalho técnico existe para reduzir a distância entre o que se afirma e o que se comprova.

02 Escopo

Da preparação ao fechamento.

01

Preparação

Normalização do resultado, organização da informação, resolução de pendências societárias e construção do histórico gerencial. É a fase que mais afeta preço — e a única que exige tempo que não existe durante a diligência.

02

Valuation transacional

Faixa de valor construída sob a ótica de quem compra: fluxo de caixa livre, sinergias verificáveis, capital de giro normalizado, dívida líquida e ajustes de fechamento.

03

Sell side advisory

Definição da estratégia de processo, materiais de mercado, seleção e abordagem de contrapartes, condução da competição e sustentação das premissas ao longo da diligência.

04

Buy side advisory

Análise econômica do alvo, teste das premissas que sustentam o preço, modelagem da estrutura de pagamento e leitura dos riscos que se transferem com o ativo.

05

Execução

Teaser, information memorandum, data room, gestão de perguntas e respostas, análise comparativa de propostas e suporte quantitativo à negociação.

06

Captação de capital

Estruturação da necessidade, leitura do custo real de cada alternativa e efeito sobre estrutura de capital, covenants e flexibilidade futura.

03 Materiais e entregáveis

O que o processo produz.

Material transacional existe para reduzir assimetria de informação — e para que o vendedor não descubra um problema ao mesmo tempo que o comprador.

Escopo de entrega

  • Teaser anonimizado
  • Information memorandum
  • Modelo financeiro transacional
  • Data room estruturado
  • Análise comparativa de propostas
  • Ponte de valor: enterprise value a equity value
  • Suporte quantitativo à negociação
  • Acompanhamento até o fechamento
04 Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar.

01 Quando começar a preparar uma venda?

Antes de precisar vender. Preparação é uma variável de preço construída com tempo: normalizar resultado, separar despesas dos sócios, resolver contingências e estabelecer histórico gerencial confiável. Vender por necessidade inverte a assimetria — o vendedor tem prazo, o comprador tem opção.

02 Qual a diferença entre enterprise value e o que o sócio recebe?

Entre um e outro há uma ponte: dívida líquida, ajuste de capital de giro em relação a um nível normalizado, caixa excedente, contingências retidas e eventuais parcelas condicionadas a desempenho. Duas propostas com o mesmo enterprise value podem resultar em valores muito diferentes no bolso do vendedor.

03 Vocês trabalham com sinergias na avaliação?

Sinergia é tratada separadamente do valor stand-alone e apenas quando é verificável e quantificável. Sinergia genérica não sustenta preço em uma negociação — e um comprador experiente não paga por ela.

Uma transação exige preparação antes de exigir contraparte.

Apresente o contexto — venda, aquisição ou captação — e indicamos o que precisa estar pronto antes de o processo começar.