Valuation

Valor é consequência de fundamentos.

Combinamos modelagem financeira, análise econômica e compreensão estratégica do negócio para estimar seu valor e identificar os fatores que determinam sua evolução.

Tese

Um valuation não produz um número: produz o entendimento de quais variáveis controlam esse número. É isso que permite decidir — e defender a decisão.

01 O que determina valor

Quatro variáveis, dois caminhos.

Toda variável relevante chega ao valor de uma entre duas maneiras: alterando o fluxo de caixa, ou alterando a taxa que o desconta.

Value

Value

Valor é o valor presente do caixa que o negócio ainda vai gerar, ajustado pelo risco de gerá-lo. Toda variável acima chega ao valor por um de dois caminhos: alterando o fluxo, ou alterando a taxa.

Selecione uma variável para ver como ela atua sobre o valor.

02 Quando um valuation é necessário

A finalidade define o escopo.

O mesmo negócio exige profundidades diferentes conforme o uso que se fará do número. A finalidade é a primeira pergunta de todo trabalho.

01

Gestão interna

Decisão gerencial. Entender o valor da operação e os fatores que o movimentam antes de qualquer evento societário.

02

Planejamento societário

Sucessão, reorganização ou reestruturação de participações, com maior sensibilidade e responsabilidade sobre o número.

03

Entrada ou saída de sócio

Impacto econômico direto para os sócios. O valor precisa sustentar uma negociação entre partes com interesses opostos.

04

Captação ou negociação

Valor associado a uma negociação com terceiros — dívida, investimento ou parceria estratégica.

05

M&A

Uso transacional. Maior materialidade econômica, maior exigência de rastreabilidade e defesa das premissas.

03 Metodologias

Nenhum método isolado responde sozinho.

O DCF sustenta a tese econômica. Os múltiplos testam a ordem de grandeza. Cenários e sensibilidades mostram o que acontece quando as premissas erram.

01

Fluxo de caixa descontado

Projeção do fluxo de caixa livre da operação e desconto ao custo de capital. É o método que obriga a explicitar cada premissa econômica do negócio — e por isso o que melhor sustenta uma negociação.

02

Custo de capital

Construção do WACC premissa a premissa: taxa livre de risco, prêmio de risco, risco-país, beta, custo de dívida e estrutura de capital. Cada componente é declarado e datado.

03

Múltiplos de mercado e de transação

Referências de mercado e de transações comparáveis usadas para validar ordem de grandeza. Múltiplo isolado não é valuation: ele testa o resultado, não o substitui.

04

Análise de cenários

Conservador, base e otimista, construídos sobre premissas operacionais distintas — não sobre variações arbitrárias do número final.

05

Análise de sensibilidade

Matrizes sobre as variáveis de maior elasticidade: WACC contra crescimento na perpetuidade, margem contra crescimento, ROIC contra crescimento.

06

Normalização de resultado

Ajuste de itens não recorrentes, pró-labore, despesas dos sócios e qualidade do EBITDA. Sem essa etapa, o valuation precifica uma empresa que não existe.

04 Sensibilidade

Um número sem faixa é uma opinião.

Pequenas mudanças em custo de capital e crescimento terminal produzem faixas amplas. Mostrar essa amplitude é parte da análise, não uma fragilidade dela.

Sensitivity Enterprise value por WACC e crescimento na perpetuidade
Enterprise value em R$ milhões, variando WACC nas linhas e crescimento na perpetuidade nas colunas.
EV (R$ MM) — WACC ↓ · g → 1,5%2,0%2,5%3,0%3,5%
12,5% 7073757881
13,5% 6466687073
14,5% 5961626466
15,5% 5556575960
16,5% 5152535456

Empresa hipotética. Receita de R$ 80 MM, margem EBITDA de 18,0%, crescimento de 8,0% ao ano no período explícito de cinco anos, CAPEX de 4,5% e capital de giro de 15,0% da receita, alíquota efetiva de 34%. A célula destacada é o caso base. Os valores são calculados pelo mesmo modelo que alimenta a demonstração da página inicial — não descrevem nenhuma empresa real.

05 Processo Shalem

Dois escopos, a mesma disciplina.

As etapas abaixo são o escopo real de cada trabalho — não uma descrição genérica de processo.

Valuation Executivo

Valuation gerencial com foco em faixa de valor, principais premissas, sensibilidades e apresentação executiva.

  1. 01 Kickoff e entendimento do negócio Compreensão do modelo de negócio, objetivo e contexto.
  2. 02 Coleta e leitura dos dados Leitura dos dados financeiros e operacionais essenciais.
  3. 03 Normalização financeira Ajustes básicos de resultado e itens não recorrentes.
  4. 04 Projeções operacionais Construção das premissas essenciais de receita, margem e caixa.
  5. 05 DCF simplificado Fluxo de caixa descontado com estrutura objetiva.
  6. 06 Múltiplos e sanity check Comparação indicativa para validar ordem de grandeza.
  7. 07 Material executivo Síntese da faixa de valor e principais drivers.
  8. 08 Revisão e apresentação Controle de qualidade e reunião final.

Valuation Completo

Valuation aprofundado com normalização financeira, projeções, DCF, WACC, múltiplos, sensibilidades e apresentação executiva.

  1. 01 Kickoff e entendimento do negócio Objetivo do valuation, estrutura societária, modelo de negócio e contexto.
  2. 02 Coleta e organização dos dados Solicitação, leitura e organização das bases recebidas.
  3. 03 Normalização das demonstrações Ajustes de itens não recorrentes, pró-labore, despesas dos sócios e qualidade do EBITDA.
  4. 04 Projeções operacionais Receita, margens, impostos, capital de giro, CAPEX e geração de caixa.
  5. 05 DCF Construção do fluxo de caixa livre e valor presente.
  6. 06 WACC e premissas de desconto Custo de capital, estrutura de capital e premissas de risco.
  7. 07 Múltiplos de mercado Validação por referências de mercado e coerência econômica.
  8. 08 Sensibilidades Análise de WACC, crescimento terminal e principais drivers.
  9. 09 Material executivo Construção do relatório ou apresentação executiva.
06 Entregáveis

O que fica com o cliente.

O modelo é entregue. Premissas editáveis, fórmulas visíveis e estrutura auditável — para que a análise continue útil depois do projeto.

Escopo de entrega

  • Faixa de valor com caso base e cenários
  • Modelo financeiro com premissas editáveis
  • Construção detalhada do custo de capital
  • Análise de sensibilidade sobre os principais drivers
  • Leitura dos value drivers do negócio
  • Relatório ou apresentação executiva
  • Reunião de discussão com os sócios
08 Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar antes de começar.

01 Qual a diferença entre o Valuation Executivo e o Completo?

O Executivo estabelece uma faixa de valor com estrutura objetiva: normalização básica, projeções essenciais, DCF simplificado e checagem por múltiplos. Serve à decisão gerencial e ao enquadramento de uma conversa.

O Completo aprofunda cada etapa — normalização detalhada das demonstrações, projeções de receita, margem, impostos, capital de giro e CAPEX, construção explícita do WACC, múltiplos e sensibilidades. É o escopo adequado quando o número precisa sustentar uma negociação ou um evento societário.

02 O valuation da Shalem é um laudo de avaliação?

Entregamos análise econômica e financeira de valor. Quando a finalidade exigir laudo com habilitação profissional específica — societária, fiscal ou judicial — a emissão é executada ou validada com participação de profissionais devidamente habilitados, conforme a legislação aplicável. Isso é definido no escopo, antes do início.

03 Quais informações são necessárias para começar?

Demonstrações dos últimos três a cinco exercícios, balancetes recentes, composição de dívida, informações sobre capital de giro e CAPEX, e o contexto da decisão. A qualidade dos dados afeta diretamente o esforço de normalização — e é um dos fatores que definem escopo e prazo.

04 Por que duas empresas com o mesmo EBITDA valem valores diferentes?

Porque valor não é resultado, é caixa ajustado ao risco. Duas empresas com EBITDA idêntico podem diferir em capital de giro, necessidade de CAPEX, alíquota efetiva, previsibilidade da receita, concentração de clientes e estrutura de capital. Cada uma dessas diferenças altera o fluxo de caixa livre ou a taxa de desconto — e, portanto, o valor.

05 Vocês trabalham com empresas de qual porte?

Empresas de médio porte no Brasil, em geral com operação industrial, distribuição ou varejo especializado. O critério relevante não é o faturamento, e sim a materialidade da decisão e a existência de informação suficiente para uma análise defensável.

Quanto vale a sua empresa — e o que move esse número?

Descreva o contexto e a finalidade. Indicamos o escopo adequado, as informações necessárias e o prazo realista.